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Mãe dá à luz e comove web com a despedida de seu bebê, que não resistiu a acidente

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Uma jovem mãe emocionou a web ao postar fotos de seus últimos momentos com o filho, que nasceu morto depois de um acidente de trânsito. Emma Fairbairn, de 21 anos, dirigia pela estrada de Milford Haven, no País de Gales, quando outro veículo bateu contra o seu. Grávida de cinco meses, ela foi levada ao hospital às pressas e chegou a ouvir os batimentos do coração do pequeno Flynn.

Apesar das positivas notícias preliminares, o bebê não resistiu ao trauma. Abalada, Emma deu à luz e conseguiu passar dois dias com ele antes do enterro. O hospital cedeu o único berço refrigerado para acomodar e manter o recém-nascido. Ela então decidiu publicar as fotos de sua breve relação com o menino no Facebook para que se sentisse "como qualquer outra mãe".

"Quando eu falo sobre isso, parece que é uma história de outra pessoa. Não me parece real. Eu ainda penso que vou ter um bebê em setembro. Parte de mim não quer mais ter filho. Eu só quero ele (Flynn)", lamentou a mãe ao "Wales Online".

Com as fotos, Emma comoveu amigos e conhecidos a arrecadar fundos para ajudar nos custos do funeral. Os recursos restantes da campanha serão revertidos a instituições de caridade. Nas redes sociais, internautas de todo o mundo lamentaram a morte do bebê e elogiaram a sensibilidade das fotos. Para os usuários, Flynn virou um anjo depois de marcar a vida da jovem para sempre, apesar dos poucos momentos de relação.

"Eu não posso explicar como foi dar à luz. Eu fico feliz de poder ter passado um tempo com ele. Meu filho estava totalmente formado, mas ainda não tinha uma pele apropriada. Para mim, ele foi o bebê mais lindo que já vi e eu só quis mostrar para todo mundo o quão lindo ele era, como toda mãe faz com seu bebê", frisou ao diário galês.



Fonte: Extra
28/06/2017


Gerente do roubo de cargas do Chapadão diz que recebe informações de funcionários de empresas

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Targino foi preso em ação conjunta das polícias Militar e Federal Foto: Reprodução

Jefferson Targino da Silva, preso nesta terça-feira numa ação conjunta das polícias Militar e Federal no Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio, afirmou a PMs do Serviço Reservado do 41º BPM (Irajá) que recebe informações de funcionários de empresas sobre locais e cargas alvos de roubos. Targino é apontado como gerente de cargas do Chapadão e foi preso após uma denúncia anônima recebida por agentes da PF.

Targino foi apresentado pela PF como “um dos maiores ladrões de cargas do estado”. De acordo com a investigação que culminou com a prisão, era Targino quem recrutava outros ladrões e planejava os assaltos na região do Chapadão.

Na conversa com policiais, Targino também contou que estava previsto para ontem o roubo de uma carga de aparelhos celulares que sairia de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, para a Barra da Tijuca, na Zona Oeste. A informação sobre o trajeto da carga havia sido passada por um funcionário da empresa que faria o transporte. Por conta da operação, os aparelhos não foram levados.


Com Targino, foi apreendida uma pistola

Além de Targino, também foram presos, em outros pontos do Chapadão e do vizinho Complexo da Pedreira outros sete suspeitos de envolvimento com roubos de cargas. Durante a ação, morreram e um menor foi apreendido; diversos produtos foram recuperados.

Na operação, o setor de inteligência do Comando de Operações Especiais da PM identificou um ponto de desmanche de veículos roubados. Policiais militares e civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) retornaram ao conjunto de favelas, na madrugada desta quarta, para recuperar o material que estava no lugar.

Foram apreendidos mais de cem motores de carros, portas e outras partes de veículos roubados. Todo este material seria revendido pela quadrilha.

Ações em outras comunidades

Além do Chapadão e da Pedreira, as incursões desta terça também aconteceram na comunidade do Guandu, em Japeri, na Baixada Fluminense; no Morro Jorge Turco, em Coelho Neto; no Juramento, em Vicente de Carvalho; no Complexo do Alemão; e no Morro Boogie Woogie, na Ilha do Governador (todos esses na Zona Norte da capital). Os produtos recuperados pela polícia eram de vários tipos, como pneus, biscoitos e eletroeletrônicos.

No mesmo horário da operação, empresários do setor de cargas fizeram uma manifestação na Avenida Brasil contra a explosão de roubos do tipo no estado. Cerca de 100 carretas foram da Penha até o Centro do Rio com placas solicitando o apoio do governo federal para combater o roubo de cargas no Rio.



Fonte: Extra
28/06/2017


Rogério demite servidores da Conig e piora o caos do transito

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Boa parte das câmeras da Conig não funcionam. O taxista Luis Antônio da Silva Campos, 45, reclama. Ivan Teixeira / Jornal de Hoje

O sistema de trânsito no município de Nova Iguaçu piora a cada dia e não há expectativa, em curto prazo, para acabar com os constantes engarrafamentos, principalmente nas ruas centrais da cidade e seus principais acessos. 


O Centro de Operações de Nova Iguaçu (Conig), inaugurado no ano passado, para monitorar as vias públicas e o transito, foi praticamente desativado pelo governo do prefeito Rogerio Lisboa. A equipe do Jornal de Hoje apurou que apenas 28 das 76 câmeras estão em funcionamento.


Sem engenharia e fiscalização de trânsito, capazes de gerenciar o sistema viário, pontos em locais indevidos, além de mais de sete empresas despejando 306 ônibus nas ruas, todos os dias. Estes, juntos a carros de passeios, kombis e vans, congestionam as vias centrais e tornam a vida dos motoristas e transeuntes um verdadeiro inferno. Pelo menos é o que dizem motoristas que circulam no meio da bagunça.

Para o motorista Delcio Roberto Teixeira, 45 anos, o transito continua complicado. “Aquela entrada próxima ao Corpo de Bombeiros, na Avenida Araguaia, é um caos”, reclama. “Por causa do congestionamento, gasto de 30 minutos a uma hora de carro entre o Alto da Posse e o Centro”, completa, acrescentando que não sente a ajuda da Conig.



O taxista Luís Antônio da Silva, 45 anos, também não poupa críticas ao governo de Lisboa. “O trânsito é horrível. Muito carro, muito ônibus e engarrafamento pra todo lado. Os pontos de ônibus na Via Light atrapalham muito. E esse perto do cemitério, aqui na Roberto Silveira, deveriam acabar. Por volta das 17h, é difícil de passar. E os Uber ainda param no meio da rua para embarque de passageiros”, condena. Para ele, as câmeras da Conig “vê tudo, mas não faz nada”.

Hernane Nogueira da Silva, 66, se apresenta como mais uma vítima da bagunça. “Esse trânsito era bom em 1971. Quase não havia carro. Hoje tem ônibus de mais. Eles estacionam na Via Light, próximo ao cruzamento com a rua Nilo Peçanha, e só vai quando enche de passageiro. Isso ajuda provocar retenção”, aponta.

Para o motorista de ônibus Maurício da Silva, 47, a trânsito está cada vez pior. “As câmeras não revolvem nada. Os sinais (semáforos) não ajudam. A engenharia precisa rever o tempo de fechar e abrir em alguns pontos. A cidade continua engarrafada, entre as 16 horas e 19:30 horas”, sugere, reclamando do tempo gasto no trajeto.

Conig pode salvar vidas



Instalado em um velho prédio na Avenida Governador Roberto Silveira, 722, no Centro de Nova Iguaçu, o Centro de Operações entrou em ação no dia 22 de março do ano passado. Com auxílio de 76 câmeras montadas em pontos críticos da cidade, policiais militares e cerca de 50 funcionários, diante de duas gigantescas telas de vídeo wall, de 55 polegadas cada, observavam a vida urbana e o transito da cidade.

O trabalho era integrado a todos os setores do governo, além da Polícia Militar, Bombeiros, Light, Cedae, CEG, Empresas de ônibus e até a Supervia. Segundo um PM, que preferiu não ser identificado, qualquer tipo de socorro era feito com mais rapidez e os índices de crimes foram reduzidos, como assaltos a transeuntes, roubos e furtos de veículos e outros ocorrências. 

Os pontos mais críticos apontados por ele são as passarelas próximas ao bairro Caonze, ao longo da Rua Bernardino de Melo, às margens da linha férrea.

Violência pode aumentar



Com parte da estrutura da Conig desativada pelo prefeito Rogerio Lisboa, que demitiu os funcionários, a bagunça do trânsito, a falta de segurança pública, podem aumentar. O serralheiro Carlos Roberto de Farias, 46 anos, disse que a violência não tem medo de ninguém. 

“Nem do homem da capa preta (referindo-se ao juiz de direito) e nem da polícia e, muito menos, câmera. Mas se o bandido sabe que não será visto, ele ataca mais pessoas e a qualquer hora. Peço que Rogerio amplie a quantidade de câmeras na cidade”, sugere.

Segundo a apuração da reportagem, apenas 28 das 76 câmeras estão em funcionamento, porque a empresa responsável pelo sistema, depois de um ano sem receber os R$ 128 mil mensais do contrato, retirou parte importante dos equipamentos. Atualmente, o Governo Lisboa investe apenas R$ 47 mil mensais no sistema Conig.

Sonhos e projetos

A equipe do JH apurou que o prefeito Rogerio Lisboa sonha em mudar radicalmente o sistema viário da cidade para solucionar o problema do trânsito. O projeto retiraria os ônibus do centro e construiria terminais rodoviários em áreas mais afastadas, a exemplo da área Praça Santos Dumont.


A assessoria de imprensa enviou nota informando sobre projetos do governo para melhorar o transito da cidade. Um deles, que já estaria em execução nos bairros, chamado de “Nova Iguaçu Transito Legal”, orienta motoristas sobre as leis de trânsito. Os outros projetos tratam da redistribuição de pontos de ônibus intermunicipais e municipais, para melhorar a mobilidade urbana, e da criação de vários binários (ruas paralelas onde o transito acontece em sistema oposto).

Os trechos seriam a Avenida Abílio Augusto Távora (Estrada de Madureira), Huberto Gentil Barone e Bernardino de Melo; Avenida Roberto Silveira e General Randon; Carlos Marques Rolo e Alexandre Fleming, para melhorar o tráfego pela Avenida Getúlio de Moura; Estrada Luiz Mário da Rocha Lima e a avenida dos Inconfidentes (Austin).E sobre o funcionamento da Conig, a assessoria informou que “o Centro de Operação de Nova Iguaçu está passando por reestruturação”.


Por Davi de Castro
Fonte: Jornal de Hoje
28/06/2017


Batalhão de Mesquita dá duro golpe em criminosos de Nova Iguaçu

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Já Maycon Brener, de 18 anos, e Felipe Jordão, de 32, foram presos acusados de praticarem roubos no bairro da Posse

Pelo menos quatro homens foram presos por policiais militares do 20º BPM (Mesquita) no último fim de semana em Nova Iguaçu. O primeiro caso foi no bairro Danon. Segundo os policiais, eles cumpriam ordens do comandante do tenente-coronel Malheiros para fazerem um patrulhamento ostensivo na região a fim de coibir roubo de veículos e tráfico de entorpecentes. 




Ao entrarem na comunidade, os policiais foram recebidos a tiros e houve um pequeno tiroteio. Logo após, os militares conseguiram prender Karina Nunes da Silva Maciel, de 21 anos, e Leandro de Oliveira Vieira, de 37 anos. Com a dupla foram apreendidas 159 cápsulas de cocaína, 77 tabletes de maconha, 34 trouxinhas da mesma erva e 16 pedras de cocaína. 



Eles são acusados de pertencerem ao tráfico de entorpecentes da localidade dominada pela facção Comando Vermelho.

Já Maycon Brener Ferreira dos Santos, de 18 anos, e Felipe Jordão de Oliveira, de 32, foram presos acusados de praticarem roubos no bairro da Posse. Segundo os policiais, eles se deslocavam para atender uma ocorrência quando foram abordados por uma mulher que havia sido assaltada. 

A vítima contou que foi abordada por dois homens que roubaram seu carro com os pertences no interior do veículo. O carro era um Peugeot prata e, de posse das características do veículo, os PMs intensificaram o patrulhamento. 



Eles conseguiram avistar os suspeitos na Rua Oliveira Rodrigues Alves, no bairro da Posse. Os dois foram encaminhados para a 52ªDP (Nova Iguaçu), onde a vítima os reconheceu como sendo os autores do roubo do veículo.


Fonte: Jornal de Hoje

Morte da médica Gisele Palhares completa um ano e familiares pedem justiça

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Cerca de 20 pessoas, entre parentes e amigos da médica Gisele Palhares Gouveia, assassinada na Linha Vermelha, no dia 26 de junho do ano passado, fizeram ontem um protesto em frente ao Top Shopping, no Centro de Nova Iguaçu. 


Eles pediram justiça. Nenhum suspeito de cometer o crime foi preso. Agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) ainda investigam o crime. 



Os pais da vítima, Rosa Maria Oliveira da Silva, 53 anos e Uzias Moura Gouveia, participaram do ato e estenderam uma faixa com os dizeres: “Queremos justiça! Quem acabou com meus sonhos? Um ano sem Gisele P. Gouvêa. Saudades sem fim”.

Os familiares da médica também vestiam uma camisa branca com a foto de Gisele. “Estamos lutando por justiça e acredito que pessoas ainda serão presas”, afirmou Rosa Maria.

Na época do crime, Gisele morreu após ser baleada na cabeça durante uma tentativa de assalto na saída da Rodovia Presidente Dutra, acesso para a Linha Vermelha, na pista sentido Centro do Rio. 



A vítima estava sozinha em seu carro e o crime aconteceu na altura da Pavuna, Zona Norte do Rio. De acordo com a polícia, a médica que tinha 34 anos, foi socorrida e levada para o hospital Adão Pereira Nunes, mas não resistiu.

Dias após a morte de Gisele, um carro que pode ter sido usado no crime foi encontrado por policiais. A Delegacia de Homicídios trabalhava com pelo menos dois suspeitos. 



O veículo, uma caminhonete S10 branca, foi encontrado dentro do Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio. O laudo da necropsia comprovou que a médica morreu com um tiro na cabeça.

O carro foi atingido por disparos de pistola na tampa do porta-malas, na porta do motorista e no vidro. Após ser baleada, Gisele perdeu o controle do veículo e bateu num barranco, cerca de 20 metros adiante.



Fonte: Jornal de Hoje
28/06/2017



Acusado é preso em Belford Roxo em cumprimento a mandado de prisão pelo crime de estupro

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Foto: Divulgação Polícia Civil RJ

BELFORD ROXO
- Policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Belford Roxo (DEAM/Belford Roxo) prenderam, nesta terça-feira, em cumprimento a mandado de prisão de "x", acusado pelo crime de estupro de uma adolescente de 13 anos.

Segundo as informações, o acusado responde a mais cinco inquéritos policiais por tráfico de drogas e porte de arma de fogo. 


De acordo com informações da polícia civil, ele também integrava uma facção criminosa que atua na região.

Os agentes informaram que após 5 tentativas de capturá-lo, a delegada de polícia Tatiana Queiroz, determinou o monitoramento do acusado, que foi detido e encaminhado à delegacia.




Fonte: ASCOM/PCERJ
28/06/2017

Mestre-sala suspeito de atirar em policial está internado com depressão, diz advogado

Mestre-sala suspeito de atirar em policial está internado com depressão, diz advogado

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O mestre-sala da Beija-Flor, Cláudio de Souza, o Claudinho, suspeito de atirar contra um policial civil na noite do último sábado, está internado em uma clínica particular com sintomas de depressão. 

A informação é do advogado do sambista, Ubiratan Guedes. Ele é apontado como autor do tiro que atingiu o pescoço do policial aposentado Milton Luiz Batalha Estrela. 



Segundo a 57ª DP (Nilópolis), onde o caso foi registrado, a vítima identificou o sambista como o agressor em depoimento informal.

De acordo com o advogado de Claudinho, a defesa aguarda alta médica para que ele se apresente à polícia, o que poderá acontecer nesta quarta-feira.

- Ele está em crise depressiva. Estou apenas esperando meu cliente ter alta médica para apresentá-lo - disse Ubiratan.

Claudinho e o policial Milton Luiz teriam se envolvido em uma briga na Rua Alberto Teixeira da Cunha, em Nilópolis, na Baixada Fluminense. 


De acordo com a vítima, durante o desentendimento, Claudinho abriu fogo. Baleado, Milton foi encaminhado ao Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, também na Baixada, onde permanece internado. De acordo com a unidade de saúde, ele corre o risco de ficar tetraplégico.

A polícia apura se a arma usada no crime pertencia ao agente aposentado ou ao sambista, que é ex-bombeiro. 


Beija-Flor não quis comentar o caso, e informou que Claudinho participou de um evento na quadra da escola, na manhã e tarde de sábado, na companhia da porta-bandeira Selminha Sorriso.


Fonte: Extra
27/06/2017


Adolescente usa marreta e cordas para matar madrasta e roubar o pagamento por faxina

Adolescente usa marreta e cordas para matar madrasta e roubar o pagamento por faxina

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Wanda foi golpeada na cabeça e asfixiada. Foto: Reprodução


Policiais do 35ºBPM (Itaboraí) prenderam em flagrante, na madrugada desta terça-feira, um adolescente que matou a sua madrasta com golpes de marreta e asfixia para roubar o pagamento que ela recebeu por uma faxina. O caso aconteceu em Jardim Itambi, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio.

De acordo com os PMs, parentes de Wandaqleide Rufino, de 30 anos, procuraram a polícia para relatar o desaparecimento dela. 



Durante o relato, eles disseram que o convívio dela com o enteado era ruim. Segundo eles, o adolescente tinha problemas com o uso de drogas e roubava objetos de casa com frequência.

Abordado, o garoto disse aos militares que sabia que a madrasta estava com o dinheiro de uma faxina que havia feito. Ele então preparou uma tocaia no caminho e a golpeou três vezes na cabeça com uma marreta. 



Ela desmaiou e o agressor a colocou despida e amarrada numa carroça. Ele tentou ainda enforcá-la com a corda. O caso aconteceu no domingo. 

Na segunda-feira, por volta das 6h, ele voltou até o local e verificou que Wanda, como era conhecida, continuava viva. O acusado apertou mais a corda e a sufocou colocando as roupas na boca da vítima.



Fonte: Extra
27/06/2017


Deputada Rosangela Gomes participa de reunião em prol de melhorias no Hospital Geral de Nova Iguaçu

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A deputada federal Rosangela Gomes participou, na última segunda-feira (26), de uma reunião e visita ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, com o objetivo de buscar soluções para os problemas do hospital. A visita contou com a presença do representante do Ministério da Saúde, Sérgio Costa; do prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa; do secretário Municipal de Saúde, Hildoberto Carneiro; do Diretor do HGNI, Dr. Joé Sestello e outras pessoas diretamente envolvidas no assunto.

Para Rosangela Gomes, o problema não é somente financeiro, mas também estrutural. “O Hospital da Posse vem se arrastando há anos. A angústia do povo é a nossa angústia. É uma tristeza imensa ver os pacientes e familiares implorando por melhor atendimento. Nós estamos trabalhando para que isso aconteça. Eu já destinei emenda parlamentar para lá, mas não foi aproveitada pelo antigo prefeito. Este ano já estive no Ministério da Saúde com o prefeito Rogério Lisboa para que juntos consigamos um aumento no repasse financeiro, que seria um dos passos para a solução do problema”.

O representante do Ministério da Saúde, Sérgio Costa, ficou impressionado que mesmo com o tamanho do hospital, o mesmo não dá vazão no atendimento. “O hospital é imenso, mas não atende só um município. Se conseguir de fato organizar a região, ele conseguirá se estruturar melhor. Mas, como a demanda dos hospitais vizinhos é muito grande, isso passa a ser uma questão de organização do Estado. Agora que eu conheço as necessidades de perto, eu me comprometo a verificar o status dos pedidos já feitos anteriormente para fortalecer que sejam atendidos”, garantiu.

O prefeito Rogério Lisboa disse já ter pensado em manter o hospital com portas fechadas, ou seja, restringindo o atendimento a casos excepcionais, porém, bateu de frente com outra dificuldade. “Já temos uma cultura em que os pacientes da Baixada Fluminense procuram o Hospital da Posse. Se fechássemos as portas, seria um caos só. Mas mesmo assim continuamos e o resultado é um atendimento não satisfatório por todos. O problema é que não tem como dar vazão no atendimento, uma vez que cerca de 45% do atendimento é de moradores de outras cidades. Por isso estamos pedindo ajuda do Ministério da Saúde. A prefeitura de Nova Iguaçu não consegue manter esta conta sozinha”, afirmou o prefeito, que deixou claro que apesar de ter reclamações, também teve elogios de pacientes e familiares.

Já o especialista no quesito Hospital Geral de Nova Iguaçu, por estar na direção desde 2013, Dr​.​ Joé Sestello cobra que o estado faça uma normatização exigindo que os municípios regulam seus próprios pacientes, para ​então assim ​desafogar o atendimento do HGNI. “Se o Estado é o gestor regulador, isso tem que ser cumprido, senão nada vai funcionar. O que acontece é a superlotação dos postos de atendimento da cidade sendo custeadas com recursos municipais. Por exemplo, 70% dos pacientes de Miguel Couto é de Belford Roxo”, garantiu categoricamente e acrescentou que uma das causas para a falta de investimento na atenção básica é a sobrecarga no investimento no Hospital da Posse. “Quando teve o acidente ferroviário em Mesquita, foram quase duzentos atendimentos em duas horas. Ou seja, lá não tinha capacidade para atender nenhum paciente”, finalizou.


Via: Assessoria
​Texto e fotos: Erick Bello
27/06/2017

Lata de Coca-Cola com 310ml está sendo vendida por antigo preço da de 350ml; veja outros itens que encolheram

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Lata com 40 ml a menos foi recebida por comerciantes há menos de um mês Foto: Pablo Jacob

A criação de uma embalagem de Coca-Cola mais alta, porém mais fina, está fazendo o cliente pagar o mesmo valor de antes por menos bebida. É que o novo formato tem apenas 310ml, 40ml a menos que as tradicionais com 350ml, mas está sendo vendido a comerciantes pelo preço antigo. E o custo disso tem sido repassado ao consumidor.

— Falei para o vendedor (do refrigerante): “Vem cá, essa latinha com menos quantidade tem o mesmo preço da outra?”, e ele disse que sim. Aí tivemos que manter o preço de venda em R$ 5 também — conta Paulo César, vendedor do Esquina da Lapa.

A estratégia de passar a vender um produto em menor quantidade é adotada frequentemente por empresas. Em mercados, o EXTRA encontrou outros itens que passaram por encolhimento e dão o aviso nas embalagens — cumprindo uma portaria do Ministério da Justiça.

— O que acontece é que a empresa tenta fazer com que o produto final permaneça numa faixa de preço acessível no orçamento de crise. Normalmente, diminui a quantidade do produto e continua com o preço. Na prática, é um aumento, pois o consumidor paga mais e leva menos. Mas muitos desavisados não percebem — diz Gilberto Braga, professor de Finanças do Ibmec.

Segundo a Coca-Cola Andina, que fabrica a bebida no Rio, não houve redução de embalagem, o que desobriga o aviso. A marca afirma que a lata de 310ml, chamada de Slim, disponível nos sabores tradicional e zero, “é um novo produto, e foi desenvolvida para atender à demanda dos consumidores por embalagens menores e porções individuais” e que “a lata de 350ml continua como produto regular do portfólio”. Mas Régis Lopes, gerente do bar Os Ximenes, nega a oferta da latinha maior: — Só vendem essa de 310ml agora. O EXTRA ouviu comerciantes de cinco estabelecimentos, e todos afirmam que as latas de 310ml, chamadas de Slim, estão sendo vendidas a eles pelo valor das de 350ml, que já não são mais oferecidas.

Tem cliente que nem nota

A Coca-Cola Andina diz que a lata de 350ml estava com o “preço médio parado desde dezembro de 2015” e teve “insumos reajustados”. Ou seja: aumentou o preço, porém, segundo comerciantes, sumiu do catálogo.

Em quase um mês de vendas, nenhum cliente de Paulo César ou Régis Lopes mostrou ter percebido que a nova latinha tem menos 40ml da bebida, ou seja, cerca de 11% de redução.

Entre os mais atentos, porém, a medida da Coca-Cola já foi motivo de queixas. Sérgio Valente, dono de duas unidades do restaurante Bom Grill, na Cidade Nova, relata:

— Quem vai sofrer é o comerciante, pois o cliente vai pensar que foi uma decisão dele comprar a menor e cobrar o mesmo preço. A Coca-Cola jogou a bomba, e a gente tem que segurar.

Segundo Antonio Carlos Morim, coordenador da Pós-Graduação de Gestão e Marketing da ESPM-Rio, ainda não é possível saber se a embalagem antiga deverá acabar a longo prazo:

— A Coca-Cola deve observar as estruturas de consumo. Se o consumo da de 310ml aumentar e o da outra declinar, reduz a produção de uma e aumenta a da outra. O próprio modelo produtivo e o consumo se ajustam.

Como deve ser o informe

Quando há efetivamente uma substituição de embalagem, o Ministério da Justiça obriga que as empresas informem as reduções nos pacotes, por, no mínimo, três meses. Todos os itens encolhidos que foram constatados pelo EXTRA em supermercados seguem a orientação.




— O consumidor precisa ficar atento para não levar menos coisa do que pretendia, porque, ao reduzirem os volumes, as marcas mantêm o mesmo preço ou aumentam. Essa mudança não é ilegal, desde que essa redução seja informada com destaque e de forma clara, na própria embalagem, para não induzir o consumidor ao erro — diz Sérgio Tannuri, advogado especialista em Defesa do Consumidor.

Caso contrário, a empresa que “maquiar o produto” pode ser denunciada nos órgãos de defesa do consumidor e multada. Mesmo com a regra cumprida, o presidente do Procon Carioca, Jorge Braz, afirma que o consumidor pode se posicionar:

— Se a regra é cumprida, mas o consumidor se sente prejudicado com a redução da quantidade, ele deve procurar outra marca. A empresa não existe sem o cliente.



Leia as notas na íntegra

Sobre a Coca-Cola

“A lata de 310 ml é um novo produto e foi desenvolvida para atender a demanda dos nossos consumidores por embalagens menores e porções individuais. Mesmo com a chegada desta nova embalagem, a lata de 350 ml continua como produto regular do nosso portfólio e pode ser adquirida por qualquer ponto de venda, inclusive restaurantes.Não há nenhuma restrição comercialização deste produto. Atualmente, vendemos a lata de 350 ml para cerca de 83% dos restaurantes que compram conosco. Com preço médio parado desde dezembro de 2015 e com insumos reajustados, a lata de 350 ml teve uma atualização em seu valor neste mês de junho de 2017.”

Sobre a batata Ruffles Churrasco

“A PepsiCo, fabricante da marca RUFFLES®, possui um portfólio bastante dinâmico. Ao longo dos últimos anos, as embalagens de suas marcas passaram por uma séria de alterações para se adequarem às necessidades dos consumidores e do mercado. É importante ressaltar que o portfólio, como um todo, busca atender diversas ocasiões de consumo, seja em casa, reunido com a família, o que pede uma embalagem maior, ou durante o lanche da tarde, para um consumo individual. Por esta razão, a marca hoje conta com 7 tipos de gramagens diferentes, que vão de 17g a 400g.”

Sobre a barra de chocolate Nestlé Crunch

“A Nestlé informa que a alteração na gramatura dos tabletes de chocolate Nestlé tamanho família segue uma tendência global de mercado que se traduz na comercialização de produtos alimentícios em menor quantidade por embalagem, visando estimular hábitos de consumo cada vez mais equilibrados, dentro do conceito de porcionamento. A mudança para quatro porções exatas foi realizada para atender esta tendência, procurando adaptar a oferta não só ao perfil das pessoas, mas também ao tipo de lar do consumidor. É importante destacar que a Nestlé atende rigorosamente todas as exigências legais aplicáveis à rotulagem e embalagem de alimentos, em especial no que se refere à informação de alteração da quantidade de seus produtos. Quando há redução de gramatura, a empresa respeita integralmente a legislação que regula esse tema, mantendo a respectiva comunicação na embalagem pelo período por ela estipulado.”

Sobre a caixa Lacta Grandes Sucessos

“Com relação à redução da caixa Lacta Grandes Sucessos, de 332g para 302g, ocorrida em 2016 tivemos uma alteração no mix de produtos, com base em comentários de consumidores que pediram pela volta de sucessos como os chocolates Laka e Diamante Negro. A readequação do peso final é resultado dos maiores custos de commodities dos novos produtos, que têm sido um desafio em toda a indústria há algum tempo. É importante lembrar que o preço final repassado ao consumidor varia de acordo com a política de preços de cada varejista.”

Sobre o condicionador Seda

A nova linha de Seda, lançada em setembro de 2015, apresenta novas tecnologias e fragrâncias superiores em algumas variantes. Nessa ocasião, Seda decidiu reduzir o conteúdo para oferecer um produto novo por fora e incrível por dentro com preço acessível, devidamente informando os consumidores a respeito dessa redução.

Sobre o desodorante Dove

A marca Dove informa que toda a linha de antitranspirantes da marca foi reformulada, bem como apresentam novas tecnologias. Aproveitamos esse relançamento para também alinharmos o tamanho das embalagens Dove aos demais desodorantes do nosso portfólio, para continuar oferecendo um produto de qualidade com preço acessível

Sobre a pasta de dente Sorriso

A marca foi procurada, mas disse que não participaria da pauta.


Fonte: Extra
27/06/2017


Polícias Militar e Civil fazem megaoperação em comunidades do Rio e Baixada Fluminense

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As equipes das polícias Civil e Militar na Baixada Foto: Polícia Militar / Divulgação

As polícias Militar e Civil fazem uma megaoperação em comunidades do Rio e da Baixada Fluminense, nesta terça-feira. Pelo menos uma pessoa morreu em confronto com policiais. Suspeitos foram presos e houve a apreensão de armas e drogas.

As equipes estão nos complexos do Chapadão e da Pedreira, na Zona Norte, e do Guandu, na Baixada Fluminense. A ação tem como objetivo cumprir mandados de prisão referentes a investigações da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) que envolvem bandidos ligados ao tráfico de drogas, ao roubo de cargas e a crimes contra a vida.

Até as 10h45, quatro suspeitos haviam sido presos e um adolescente, apreendido. No Complexo da Pedreira, um suspeito morreu durante troca de tiros com PMs.

Ações em outras comunidades

Há também operações em andamento no Morro Jorge Turco, em Coelho Neto, ainda na Zona Norte, onde um suspeito foi baleado em confronto com policiais do 9º BPM (Rocha Miranda). Com ele, de acordo com os PMs, foi apreendido um fuzil, um radiotransmissor e drogas.

Já o Batalhão de Operações Especiais (Bope) está no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, e no Complexo do Alemão, e o 17º BPM (Ilha) faz uma operação no Morro Boogie Woogie, na Ilha. Ainda não há informações sobre presos e apreensões nos locais, ambos na Zona Norte.

Escolas sem aulas

Mais de sete mil e quinhentos estudantes estão fora das salas de aulas de escolas municipais do Rio por causa de tiroteios decorrentes de uma megaoperação da polícia em comunidades da cidade. Ao todo, são 24 unidades fechadas — oito escolas, sete creches e dez Espaços de Desenvolvimento Infantil (EDIs) — que atendem a 7.505 alunos.



Fonte: Extra
27/06/2017

Bebê de 5 meses morre em Nova Iguaçu à espera de transferência

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Emergência pediátrica do Hospital da Posse

NOVA IGUAÇU
- ‘Ninguém sabe a dor de um pai e uma mãe ao ter que enterrar um filho”, desabafa o motoboy Lucas Assunção, 25 anos, pai de Kauê, de 5 meses, que estava internado com problemas cardíacos desde segunda-feira no Hospital da Posse, em Nova Iguaçu. 



O bebê precisava ser transferido até quarta-feira para o Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro, no Humaitá, mas a transferência só veio no sábado. Era tarde demais. “O coraçãozinho dele parou antes", frisa o pai desolado.

Kauê completaria seis meses na próxima quinta-feira e lutava contra um problema no coração. “No primeiro mês de vida do meu filho, descobrimos que ele tinha uma má formação”, conta Lucas, com a voz embargada. Ele enterrou o filho ontem, em Olinda, Nilópolis.


Entre idas e vindas aos hospitais, os médicos informaram à família que a criança precisaria fazer diversas cirurgias. Mas Kauê apresentou uma melhora e voltou para casa. Com cinco meses e meio, ele apresentou um quadro de respiração ofegante e bastante tosse e foi levado, na segunda-feira, para o Hospital da Posse.


“Tiveram que colocar dreno nele para tirar o excesso de catarro. Ele ficou entubado e a doutora falou que era preciso uma transferência urgente para o Hospital do Coração. Na quarta-feira, ele piorou e teve três paradas cardíacas”, conta o pai.


No sábado, quando uma ambulância do Corpo de Bombeiros chegou para efetuar a transferência da criança para o Humaitá, Lucas foi informado de que a mudança não seria possível. “A doutora disse que não poderia fazer a transferência porque ele estava tendo outra parada cardíaca. A gente só pedindo a Deus e orando”.


Às 15h50 o coração do bebê não resistiu mais. “O Kauê estava lutando, mas o coraçãozinho dele não aguentava. A causa da morte foi parada cardíaca e bronquiolite”, lamenta Lucas.

SEM CARDIOLOGISTA

“O atendimento do Hospital da Posse foi ótimo, mas não aceitam cardiopatas. Acho que, se tivesse um cardiologista ali, meu filho estaria bem. Acho que tinha que ter um especialista de coração naquele hospital. Queria que isso não acontecesse com nenhuma outra criança”, diz Lucas.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) informou que Kauê “não apresentava condições clínicas para a transferência”. Já o Hospital da Posse não retornou as ligações até o fechamento dessa reportagem.


Fonte: O Dia
27/06/2017


TCE determina a redução do preço das passagens no Estado do RJ

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O Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou que os prefeitos de 91 municípios fluminenses (todos, menos Marcelo Crivella (PRB), da capital, que responde ao Tribunal de Contas do Município) e o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) façam uma revisão do cálculo das tarifas de transporte público.

A decisão foi tomada pelo plenário do TCE, ao aprovar o voto do conselheiro substituto Marcelo Verdini Maia.

O moço avaliou um comunicado do Ministério Público, alertando que, desde 2013, leis federais promoveram uma desoneração fiscal, zerando as cobranças de PIS e Cofins para empresas de transporte público coletivo.

A ideia da desoneração era reduzir o preço das passagens.

Mas nenhuma prefeitura, nem o governo do estado (que fixa as tarifas intermunicipais) baixou o valor sob a sua responsabilidade.

“A alteração tarifária de transportes públicos, a fim de reduzir seu valor, é de interesse de toda a sociedade fluminense e a manutenção injustificada de preços superiores aos realmente devidos é de difícil reparação aos cidadãos lesados”, disse Verdini.




Fonte: Jornal de Hoje
27/06/2017


AACD anuncia fim das atividades em Nova Iguaçu

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NOVA IGUAÇU - O Conselho Administrativo nacional da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) decidiu encerrar as atividades da instituição em Nova Iguaçu, no dia 30 de setembro. A decisão foi motivada pelo não cumprimento do compromisso financeiro por parte da Prefeitura com o Centro de Reabilitação. A dívida já chega a R$ 2 milhões. O anúncio foi feito na manhã de ontem pela diretora da instituição, Luciana Martins.

Com a decisão, mais de 3 mil pessoas, principalmente crianças, deixarão de ser atendidas todos os meses, na unidade, situada na Rua Maranhão, 125, no Jardim da Viga, onde foi construída a sétima das 12 AACDs existentes no Brasil. Mães e pais estão revoltados e prometem fazer protesto na porta da prefeitura.

Prefeito sem crédito



Alegando que não é política e que está apenas falando a realidade dos fatos, Luciana conversou ontem com jornalistas. “Aqui a despesa é de 350 mil reais mensais. Não recebemos desde setembro. O prefeito Rogerio Lisboa esteve aqui com a mulher dele (Erica), acho que há uns dois meses. Pagou uma parcela de R$ 223 mil em março, se comprometeu a assumir o compromisso da sua parte e manifestou seu desejo de municipalizar a AACD. Ficou de voltar e não voltou. 


Vieram dois superintendentes da sede da AACD, em São Paulo, para uma reunião, e ele não apareceu. Mandou dois assessores que não tinham poder de decisão. Tentamos contato, telefonei, mandei mensagem para o WhatsApp da Erica. Não houve retorno. Os 56 funcionários aqui recebem em dia. Só que o dinheiro acabou. Não recebemos desde setembro e a dívida chega a R$ 2 milhões”, relatou Luciana, justificando também o motivo da demissão de médicos e fisioterapeutas.

A diretora reconhece que “o movimento feito pelas mães das crianças é legítimo”, mas explica que, mesmo que a prefeitura de Nova Iguaçu pague a dívida, o Conselho Administrativo fechará a AACD no município, “porque não acredita mais na palavra do gestor público (ela evita falar o nome do prefeito Rogerio Lisboa. Lamento, ao saber que os pacientes não terão para onde ir”, sinaliza.

Revolta das famílias

A revolta das mães com o fechamento da instituição aumentou, ao receberem a informação de que o prefeito Rogerio Lisboa havia manifestado a vontade de municipalizar a instituição.

“Nem pensar. Ele não cumpriu até agora o que foi tratado, como vai cumprir a instituição toda?”, esbraveja Fabiana Matos, 40 anos. Ela é mãe de Arthur, um menino de 5 anos que, desde os quatro meses de vida, recebe atendimento na AACD de Nova Iguaçu. Ela contou que a criança tem os “ossos de vidro”, ou seja, muito frágeis. Mas, com o tratamento, já consegue pilotar sua própria cadeirinha de rodas.

Ricardo Augusto de Oliveira Coutinho, 55 anos, também não acredita no governo de Lisboa. “A gente fica com uma angustia muito grande. Isso aqui é a luz no fim do túnel para muita gente”, lamenta. Ele recebe atendimento de hidroterapia para fortalecer e preparar a musculatura para receber uma prótese na perna direita, amputada por causa da diabetes.

Gilcimeire Alves, 40, chora, ao falar do fechamento da AACD e não acredita na promessa do prefeito. “Isso é desumano. É muita maldade, muito desrespeito fechar a instituição depois de 13 anos aqui. Eu também não creio na municipalização. Quem não conseguiu pagar parte do que deve, não conseguirá assumir toda despesa da instituição. Para onde vamos levar nossos filhos?”, questiona. Ela é mãe de Maria Sophia, de 4 anos, que sofre de mielomeningocele (má formação congênita da coluna vertebral) e hidrocefalia.

O drama de Gilcimeire

Há mais de um ano vivendo sob a ameaça de fechamento da AACD, Gilcemeire lançou o abaixo-assinado “Não deixe a AACD fechar” relatando seu drama e o de muitas famílias. O documento já recebeu aproximadamente 25 mil assinaturas pela permanência da instituição em Nova Iguaçu. Junto com dezenas de mães, ela organiza um movimento para acampar na porta da TV SBT, em São Paulo, para que apoio da emissora de Silvio Santos.

“Vim aqui contar a história da minha princesa e guerreira. Eu fiz meu pré-natal normalmente, como todas as mães fazem. Fiz ultrassonografia, entre elas a mais importante, como: morfológica e dobller. Mas nessas ultras não constatou a mielomeningocele e nem hidrocefalia. Continuei a minha vida normalmente, trabalhando e cuidando da minha família. Não faria ideia de que um futuro bem próximo me faria uma surpresa. Três dias antes de Maria Sophia nascer, comecei a sentir contrações e fui para uma maternidade próxima da minha casa. Chegando lá, fizeram todos os exames e constataram a hidrocefalia. Eu quase surtei, fui pega de surpresa e me internaram na hora. Dois dias depois a minha guerreira nasceu. 


Quando a pediatra pegou para fazer os exames, outra surpresa. Ela me falou que Maria Sophia tinha mielomeningocele, e eu nem fazia ideia do que era. Ela foi transferida para outra maternidade com estrutura para cirurgia. Logo após, as cirurgias ela ficou no UTI. A pediatra olhou pra mim e disse que ela não iria andar e nem falar. Depois de 49 dias, Maria Sophia recebeu alta médica. Foi aí que conheci a AACD em Nova Iguaçu. Foi aí que comecei a ter esperanças. A AACD mudou a minha vida, da minha filha e de toda minha família. 

Minha filha começou a evoluir. Com oito meses ela não sentava e nem rolava. Depois que começou a fazer fisioterapia e hidroterapia e GEP, ela deu um grande salto. Pois eu tinha o diagnóstico de que ela seria um vegetal. Hoje ela engatinha muito bem e fala pelos cotovelos. Só tenho a agradecer esses profissionais que trabalham com amor e carinho com nossos filhos. Tudo graças a AACD. Mas ela ainda precisa de muito tratamento. Não só ela como centenas de crianças, adolescentes e adultos”.

Repercussão nas redes sociais

Além de virar matéria de destaque no Programa de TV Fala Baixada, apresentado pelo jornalista Mauro Vasconcelos, a falta de pagamento da prefeitura, motivando o fechamento da AACD, também repercutiu nas redes sociais.

Charles de Souza – A AACD, instituição que proporciona reabilitação física de milhares de crianças com deficiência, além de essas pessoas no esporte paraolímpico, fazendo com que tenham uma maior inserção social, vai fechar as portas. O Motivo é político.

Andreia Suhet – Já me arrependi de ter dado meu voto a Rogério Lisboa aff cara de pau.

Geane Louteiro – É um absurdo. Um local como a AACD fechar. Cheguei a fazer entrevista para trabalhar lá. E conheço muitas pessoas que se tratam lá e estão desoladas e sem esperanças do que vão fazer com seus filhos…

Lisboa nega dívida

O prefeito Rogerio Lisboa disse que não deve nada a AACD. “Na minha gestão, a instituição produziu uma despesa de R$ 161 mil. Além desse valor, paguei mais R$ 233 mil, em março, totalizando R$ 294 mil. Ou seja, paguei mais do que devia. Acontece que estão cobrando dívida do governo anterior, que recebeu dinheiro e não pagou a eles. Não acho justo eu pagar pela gestão passada”, explicou.

Quanto ao fechamento da instituição, o prefeito afirmou que “A AACD está com a política de abandonar com o projeto no Brasil. Em alguns lugares já fechou. Em março eles protocolaram um ofício, assinado pelo superintendente Valdezir Galvan, dizendo que não tinham mais interesse no contrato. E quanto à ideia de municipalização, a proposta é deles. E eu topo, mas com uma condição: eles produzem uma despesa mensal que chega a ultrapassar R$ 500 mil. Se a minha parte não passar de R$ 370 mil mensais, e eles continuarem trabalhando para ajudar as crianças, eu assino essa responsabilidade diante do Ministério Público. Essa unidade é regional e atende a gente de todo estado. Não tenho condição de assumir isso sozinho”, explicou.

O que é a AACD

A Associação de Assistência a Criança Deficiente (AACD) foi criada em 1950 pelo médico Renato da Costa Bomfim. Ele conheceu o projeto nos Estados Unidos, quando fazia estágio em ortopedia. Conheceu o projeto, gostou do que viu e trouxe para o Brasil. 

Trata-se de uma instituição sem fins lucrativos, que trabalha há mais de 60 anos na reabilitação de crianças, jovens e adultos com deficiências. Em 1988 a entidade ganhou reforço da Teleton, através do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), quando se construiu 12 Centros de Reabilitação no nosso país, sendo um deles em Nova Iguaçu, em 2004, o único no Estado do Rio de Janeiro. Os serviços são de fonoaudiologia, fisioterapia, fisioterapia aquática, terapia ocupacional, psicologia e fisiatria.
Via Jornal de Hoje

27/06/2017



Indústria do reboque em Nova Iguaçu rende mais nos fins de semana

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NOVA IGUAÇU - Lançada no dia 7 de março pela Secretaria de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana, a operação Trânsito Legal colocou em último lugar o objetivo de “conscientizar os motoristas de que é preciso respeitar às leis de trânsito, visando à fluidez e a mobilidade urbana”, colocado na frente sempre que o secretário Herval Barros é questionado sobre o assunto. 




Multar, gerar receita, é isso que importa agora. Pelo menos é o que sugere informação de fonte do próprio governo, dando conta de que a orientação seria rebocar a maior quantidade de carros possível às sextas-feiras, porque o veiculo removido só poderá ser liberado na segunda-feira, depois de ser paga uma taxa mínima de R$ 543,64, que cai na conta da empresa "Pagar-me Pagamentos", especializada em cobranças online. 

O serviço de reboque e a administração do depósito público de Nova Iguaçu foi entregue pela Prefeitura, sem licitação, à Rodando Certo Serviços de Estacionamento, que vem faturando alto no município, cobrando diária de R$ 88,39, taxa de reboque no valor de R$ 186,58 e mais R$ 3,50 pela emissão do boleto, isso nos casos de veículos leves.



Muito criticada durante a campanha eleitoral pelo hoje prefeito, a indústria da multa e do reboque de veículos não teria vez em sua gestão, segundo Rogério Lisboa, que resolveu intensificar as ações. 

Ninguém é contra a fiscalização do trânsito na cidade, o problema é que os agentes envolvidos na fiscalização não agem em relação aos ônibus e as vans do transporte alternativo, os verdadeiros vilões do trânsito nas ruas de Nova Iguaçu.



EM NOTA AO NOTÍCIAS DE NOVA IGUAÇU

Em nota, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Nova Iguaçu, esclareceu que a Secretaria de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana de Nova Iguaçu não está atuando na cidade com reboques. O que está sendo feito é uma campanha chamada Nova Iguaçu Trânsito Legal, que teve início na atual gestão, em janeiro. 

O objetivo da ação é orientar os motoristas sobre as leis de trânsito e, assim, melhorar a fluidez do tráfego de veículos na cidade; além de coibir o estacionamento irregular. Já os motoristas não localizados durante as operações, são notificados com base na lei, mas não têm seus veículos rebocados.




Via Jornal Hora H/Notícias de Nova Iguaçu
27/06/2017