Polícia nega que menino morto em rio estivesse caçando Pokémon Go




A polícia do Rio Grande do Sul negou que a morte do menino de nove anos no rio Tramandaí, na cidade de Imbé, tenha sido causada pela procura de pokémon. Após diligências, o órgão constatou que a vítima nem tinha o aplicativo em seu celular nesta terça-feira (9).

De acordo com informações da Brigada Militar repassadas à Polícia Civil, Artur Bobsin e um amigo foram até um terreno baldio próximo à casa de um deles para pegar um barco de fibra usado por pescadores da região. Sem a supervisão de nenhum adulto, as duas crianças chegaram até o rio, onde subiram no barco que posteriormente acabou virando perto da margem.

Segundo as autoridades locais, os garotos caíram na água e um deles desapareceu. As buscas por Bobsin começaram ainda na tarde da última segunda-feira (8), mas foram suspensas no início da noite. O corpo foi encontrado por volta das 20h.

O amigo que estava com Bobsin relatou à Brigada Militar que os dois tinham tentado entrar no rio para caçar pokémon. O caso foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento de Tramandaí.

No entanto, o delegado responsável pelo caso, Antônio Carlos Ractz Jr., prestou novos esclarecimentos sobre a morte da criança. Segundo Ractz, a mãe da vítima negou que o filho possuísse telefone e o amigo negou que estivessem jogando o aplicativo Pokémon Go. O celular, da marca Alcatel, modelo “One Touch Pixi”, foi arrecadado pelo órgão e será submetido à perícia. A Polícia Civil instaurou inquérito para esclarecer os fatos.

Via R7

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