Três restaurantes populares podem fechar em setembro no Rio




Três restaurantes populares pararam de funcionar e outros três podem fechar as portas por causa da crise no Estado. Como mostrou o Bom Dia Rio, a dívida com a empresa que administra os restaurantes populares chega a R$ 3 milhões.

Os restaurantes de Campo Grande, Itaboraí e Bangu já fecharam as portas e as unidades de Central, Méier e Cidade de Deus fecham se o pagamento não for feito até sexta. As unidades servem o café da manhã a 0,50 e o almoço a R$ 2.

Só a unidade de Campo Grande serve mil cafés da manhã iariamente. Em julho, a crise já tinha forçado a interrupção do funcionamento de unidades como Central, Méier e Cidade de Deus, que podem parar de funcionar novamente.

A crise também atinge as agências do Rio Poupa Tempo. As unidades de Bangu, na Zona Oeste do Rio, e de São João de Meriti, a única da Baixada Fluminense, fecharam as portas.

A Light alega que tentou contato várias vezes com a agência para a regularização do débito, e que resolveu interromper o fornecimento "depois de esgotar todas as possibilidades de negociação".

O Rio Poupa Tempo é um programa do governo do estado de atendimento ao cidadão e ao empresário para fornecer serviços públicos com uma maior rapidez, como emissão de carteiras de habilitação e de identidades, carteira profissional, assistência jurídica, consulta ao SPC, entre outros.

O programa conta com cinco unidades de atendimento: além de Bangu e São João de Meriti, tem ainda em São Gonçalo, na Região Metropolitana, Central do Brasil, e Cantagalo, em Ipanema, na Zona Sul. 

Segundo a Secretaria Estadual de Fazenda, até quarta-feira (14), todos os esforços do governo estavam concentrados em pagar o funcionalismo. Com isso, o pagamento deste caso mencionado será efetuado tão logo haja disponibilidade de recursos em caixa.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico disse que não há previsão para a reabertura das unidades do Rio Poupa Tempo situadas em Bangu e em São João de Meriti, que tiveram a energia cortada. O pagamento à Light cabe ao Consórcio Central da Cidadania, que opera as duas unidades e que não vem recebendo recursos do Tesouro estadual, devido à grave crise econômica que afeta as finanças do governo do estado. O atendimento fica suspenso até a próxima quarta-feira (21).


Via G1
15/09/2016



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