Motorista de Uber está desaparecido



Um agente penitenciário que também trabalhava como motorista de Uber está desaparecido desde o domingo, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Anderson da Silva Terra é lotado no Grupamento de Serviço de Segurança Externa da Secretaria estadual de Administração Penitenciária, estava de licença médica, e já tinha atuado em cadeias em Magé e em Guaxindiba. O carro do agente foi localizado no Jardim Catarina, numa região dominada pelo tráfico. O veículo está queimado e tem um corpo carbonizado dentro, mas apenas um exame de DNA poderá certificar que o corpo é mesmo de Anderson.

Mapa mostra a última localização do veículo Foto: Reprodução



— A seguradora ligou quase meia noite informando que o alarme do carro tinha sido acionado. Desde então não temos mais contato com ele — explica a tia do agente, Sueli da Silva, de 64 anos.

O rastreador do veículo mostra que ele está parado na Rua Marquês de Resende. Na mesma noite, frequentadores do bairro ouviram muitos tiros na localidade, seguido por um incêndio em um carro, que teria as mesmas características. A Delegacia de Homicídios está indo até o local para verificar se o carro é de Anderson.

— Muito tiro, muito mesmo. Só apaguei a luz e vi muitas motos pela rua. Se for ele, não é nada bom. Consegui fazer uma foto do fogo de longe — diz uma testemunha, que prefere anonimato.

Fogo pôde ser visto de longe, durante a noite Foto: Foto do leitor


Confira a nota da Secretaria de Administração Penitenciária na íntegra:

“A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária informa que está acompanhando as investigações da polícia acerca do desaparecimento do Inspetor de Segurança e Administração Penitenciária (Isap) Anderson da Silva Terra. O carro do inspetor foi encontrado pela polícia militar e inspetores de administração penitenciária nas proximidades da comunidade Jardim Catarina, em São Gonçalo. Dentro do veículo há um corpo carbonizado mas somente um exame de DNA poderá certificar se o corpo é do servidor desaparecido. O inspetor de administração penitenciária estava há três anos na Seap e estava de licença médica.”


Via Extra
20/12/2016

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