Bandido morre após policial reagir a assalto no Rio

Outros três assaltantes bateram com carro na tentativa de fuga e escaparam a pé após o acidente Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo

Um suspeito foi morto após ser atingido por tiros durante uma tentativa de assalto a um bar na Tijuca, Zona Norte do Rio, na madrugada desta sexta-feira. Ele integrava um bando de quatro criminosos armados que chegaram ao estabelecimento comercial, localizado na Rua Almirante Cochrane, altura da Rua São Francisco Xavier, por volta das 2h, de acordo com o relato de testemunhas. A ação dos assaltantes, porém, foi interrompida por um policial militar que estava no local e reagiu à ação dos bandidos. Nenhum dos frequentadores do bar ficou ferido.

De acordo com os clientes, os quatro homens estavam em um veículo de cor prata. Ao menos dois deles estavam armados. Houve troca de tiros e os frequentadores do bar se esconderam dentro do estabelecimento. Três dos assaltantes conseguiram fugir dali no mesmo automóvel em que chegaram.

— O carro prateado parou aqui e do veículo saíram três homens, dois armados, gritando "perdeu, perdeu, perdeu!". Quando eu saquei a arma, recebi um disparo e, em seguida, aconteceu uma troca de tiros. Era um bando de quatro assaltantes ao todo, porque o motorista (depois) saiu do carro também. Eu vi duas armas — relatou o sargento do Comando de Operações Especiais (COE), Jorge Mata, que reagiu ao assalto. — Eles (exceto o que morreu no local) entraram no carro e fugiram. O bar estava cheio. Na hora dos disparos, todo mundo correu.

Na fuga, o suspeito que conduzia o veículo perdeu o controle do automóvel e bateu em um poste, algumas quadra à frente de onde ocorrera o fogo cruzado. Os ocupantes do carro, então, teriam fugido. Segundo policiais militares, o veículo era roubado

‘Devo minha vida a esse rapaz’

Após o grande susto, os frequentadores do bar estavam agradecidos pela ação do policial. Para eles, se o sargento, que estava à paisana, não tivesse reagido, o número de feridos poderia ser maior:

— Dois (assaltantes) com armas deram tiros. Foi tudo rápido. O rapaz que estava aqui no bar já saiu em nossa defesa e dele também. Conseguiu balear um, enquanto os outros correram. Eu devo a minha vida a essa rapaz que reagiu. Aqui no bar, além de mim, havia mulheres e amigos. Se não fosse por ele, de repente, eu estaria morto agora — disse Israel Vinícius, de 45 anos, que estava no bar.

Uma mulher, que pediu para não ser identificada, contou que estava sentada em uma mesa com cerca de 10 amigos, e que eles tentaram se abrigar dentro do bar, no momento em que os disparos foram feitos.

— Estava sentada com os meus amigos. De repente, vi todo mundo levantando e quando olhei para trás e vi o carro prata. Na hora, nem dá tempo de ter muita reação. Eu vi que eles estavam armados. Na hora do tiroteio, os caras (assaltantes) fugiram em disparada com o carro. As pessoas entraram correndo para dentro do bar para tentar se abrigar. Tinham quatro meninas e ao menos uma delas estava grávida — afirmou ela.

Policias militares chegaram ao local e preservaram o trecho da via, próximo à calçada, onde estava o corpo do suspeito, que não foi identificado. Durante a madrugada, outra patrulha da PM estava posicionada onde o carro foi abandonado pelos assaltantes. O sargento do COE e testemunhas foram até a delegacia da Tijuca (a 19ª DP) para o registro da ocorrência.





Um suspeito foi morto após ser atingido por tiros durante uma tentativa de assalto a um bar na Tijuca, Zona Norte do Rio, na madrugada desta sexta-feira. Ele integrava um bando de quatro criminosos armados que chegaram ao estabelecimento comercial, localizado na Rua Almirante Cochrane, altura da Rua São Francisco Xavier, por volta das 2h, de acordo com o relato de testemunhas. A ação dos assaltantes, porém, foi interrompida por um policial militar que estava no local e reagiu à ação dos bandidos. Nenhum dos frequentadores do bar ficou ferido.

De acordo com os clientes, os quatro homens estavam em um veículo de cor prata. Ao menos dois deles estavam armados. Houve troca de tiros e os frequentadores do bar se esconderam dentro do estabelecimento. Três dos assaltantes conseguiram fugir dali no mesmo automóvel em que chegaram.

— O carro prateado parou aqui e do veículo saíram três homens, dois armados, gritando "perdeu, perdeu, perdeu!". Quando eu saquei a arma, recebi um disparo e, em seguida, aconteceu uma troca de tiros. Era um bando de quatro assaltantes ao todo, porque o motorista (depois) saiu do carro também. Eu vi duas armas — relatou o sargento do Comando de Operações Especiais (COE), Jorge Mata, que reagiu ao assalto. — Eles (exceto o que morreu no local) entraram no carro e fugiram. O bar estava cheio. Na hora dos disparos, todo mundo correu.

Na fuga, o suspeito que conduzia o veículo perdeu o controle do automóvel e bateu em um poste, algumas quadra à frente de onde ocorrera o fogo cruzado. Os ocupantes do carro, então, teriam fugido. Segundo policiais militares, o veículo era roubado

‘Devo minha vida a esse rapaz’

Após o grande susto, os frequentadores do bar estavam agradecidos pela ação do policial. Para eles, se o sargento, que estava à paisana, não tivesse reagido, o número de feridos poderia ser maior:

— Dois (assaltantes) com armas deram tiros. Foi tudo rápido. O rapaz que estava aqui no bar já saiu em nossa defesa e dele também. Conseguiu balear um, enquanto os outros correram. Eu devo a minha vida a essa rapaz que reagiu. Aqui no bar, além de mim, havia mulheres e amigos. Se não fosse por ele, de repente, eu estaria morto agora — disse Israel Vinícius, de 45 anos, que estava no bar.

Uma mulher, que pediu para não ser identificada, contou que estava sentada em uma mesa com cerca de 10 amigos, e que eles tentaram se abrigar dentro do bar, no momento em que os disparos foram feitos.

— Estava sentada com os meus amigos. De repente, vi todo mundo levantando e quando olhei para trás e vi o carro prata. Na hora, nem dá tempo de ter muita reação. Eu vi que eles estavam armados. Na hora do tiroteio, os caras (assaltantes) fugiram em disparada com o carro. As pessoas entraram correndo para dentro do bar para tentar se abrigar. Tinham quatro meninas e ao menos uma delas estava grávida — afirmou ela.

Policias militares chegaram ao local e preservaram o trecho da via, próximo à calçada, onde estava o corpo do suspeito, que não foi identificado. Durante a madrugada, outra patrulha da PM estava posicionada onde o carro foi abandonado pelos assaltantes. O sargento do COE e testemunhas foram até a delegacia da Tijuca (a 19ª DP) para o registro da ocorrência.


Via Extra
20/01/2017


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