CONIG está inoperante no governo de Rogério Lisboa em Nova Iguaçu




NOVA IGUAÇU - O governo de Rogério Lisboa (PR) mal começou e já apresenta falhas. Inaugurado em março do ano passado, o sistema de monitoramento formado por 76 câmeras instaladas em pontos estratégicos de Nova Iguaçu, com informações e imagens em tempo real monitoradas pelo Centro de Operações de Nova Iguaçu (Conig), se converteu num fiasco.

De acordo com denúncia anônima recebida pelo Hora H, a maioria dos equipamentos parou de funcionar desde o dia 2 de janeiro, um dia após o prefeito eleito tomar posse. Diante do problema a população passou a reclamar através do envio de mensagens para as redes sociais disponibilizadas pela Conig como a página do Facebook e Twitter, mas não houve respostas. A reportagem tentou fazer contato com a assessoria de imprensa do órgão em busca de esclarecimentos, entretanto os telefones não atendem. “A Prefeitura promoveu uma mega divulgação para a inauguração da central. Cheguei a acreditar que esse sistema continuaria com toda eficiência no governo seguinte, mas foi uma decepção”, afirma uma empresária da noite.

“Os governos passados como o Bornier e Altamir eram melhores”, diz estudante

Com a inoperância do sistema de monitoramento do Centro de Operações, a população começa a questionar e comparar a recém iniciada gestão de Rogério Lisboa com outras administrações, como a do antecessor Nelson Bornier e, mais distante ainda a de Altamir Gomes (que governou Nova Iguaçu entre 1993 a 1997).

“Os governos passados como o Bornier e Altamir eram melhores”. Sei que tem gente sentindo saudades desses dois prefeitos. Se esse governo começou mal, imagina o que será do município daqui a quatro anos!. Vai ser uma tragédia”, disse uma estudante, que desabafou na condição de anonimato.

Olhos abertos 24 horas


O objetivo da Conig, que representa um braço da Secretaria Municipal de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana (SEMTMU), é monitorar, 24 horas por dia, o cotidiano da Cidade. O sistema integra 14 órgãos, entre eles as secretarias de Obras, Defesa Civil e Ordem Pública, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, e deveria funcionar em situações de emergência.

No centro são integradas todas as etapas de um gerenciamento de crise, desde a antecipação, redução e preparação, até a resposta imediata às ocorrências, como chuvas fortes, deslizamentos e acidentes de trânsito.



Via Jornal Hora H
Por Antônio Carlos


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