Morte da médica Gisele Palhares completa um ano e familiares pedem justiça




Cerca de 20 pessoas, entre parentes e amigos da médica Gisele Palhares Gouveia, assassinada na Linha Vermelha, no dia 26 de junho do ano passado, fizeram ontem um protesto em frente ao Top Shopping, no Centro de Nova Iguaçu. 


Eles pediram justiça. Nenhum suspeito de cometer o crime foi preso. Agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) ainda investigam o crime. 



Os pais da vítima, Rosa Maria Oliveira da Silva, 53 anos e Uzias Moura Gouveia, participaram do ato e estenderam uma faixa com os dizeres: “Queremos justiça! Quem acabou com meus sonhos? Um ano sem Gisele P. Gouvêa. Saudades sem fim”.

Os familiares da médica também vestiam uma camisa branca com a foto de Gisele. “Estamos lutando por justiça e acredito que pessoas ainda serão presas”, afirmou Rosa Maria.

Na época do crime, Gisele morreu após ser baleada na cabeça durante uma tentativa de assalto na saída da Rodovia Presidente Dutra, acesso para a Linha Vermelha, na pista sentido Centro do Rio. 



A vítima estava sozinha em seu carro e o crime aconteceu na altura da Pavuna, Zona Norte do Rio. De acordo com a polícia, a médica que tinha 34 anos, foi socorrida e levada para o hospital Adão Pereira Nunes, mas não resistiu.

Dias após a morte de Gisele, um carro que pode ter sido usado no crime foi encontrado por policiais. A Delegacia de Homicídios trabalhava com pelo menos dois suspeitos. 



O veículo, uma caminhonete S10 branca, foi encontrado dentro do Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio. O laudo da necropsia comprovou que a médica morreu com um tiro na cabeça.

O carro foi atingido por disparos de pistola na tampa do porta-malas, na porta do motorista e no vidro. Após ser baleada, Gisele perdeu o controle do veículo e bateu num barranco, cerca de 20 metros adiante.



Fonte: Jornal de Hoje
28/06/2017



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